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FERNANDAPORTO-CD AUTORRETRATO

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Released: Jan 1, 2009
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General Info

  • Genre: Breakbeat / Electronica / Nu-Jazz

    Location São Paulo, São Paulo, BR

    Profile Views: 6933

    Last Login: 3/8/2010

    Member Since 6/3/2009

    Website www.fernandaporto.com.br

    Record Label EMI

    Type of Label Major

  • Bio

    FERNANDA PORTO – AUTO RETRATO Música Eletrônica Brasileira. Poucos se arriscam. Poucos se dão bem. Apesar de muitos artistas no Brasil declararem afinidades e interesse por esse assunto, esse estilo é pouco valorizado por aqui. No mundo todo grandes artistas do mundo pop ao lançarem seus álbuns trazem junto consigo seus remixes para serem utilizados pelos DJ’s em suas pistas de dança. A música de trabalho sai sempre em um um cd-single com sua versão original e outras em diversos estilos: drum’n’bass, house music, breakbeat, electro, e o que mais estiver na moda. Por aqui sempre existiu um forte preconceito. Em 2002 Fernanda Porto acendeu a luz no fim do túnel: seu primeiro álbum saía pela trama e era descaradamente eletrônico. Na maioria das faixas os arranjos eram dela, quase todas as canções de sua própria autoria. “Fernanda wants to be a superwoman” foi o pensamento de todos naquela ocasião. E ela tinha força para isso: sabia compor, tocava vários instrumentos, em uma polivalência consistente. Não era uma menina jogada aos leões do mercado musical: sua batalha já vinha de muito tempo quando foi considerada uma das promessas dos anos 90 junto com Cássia Eller e Zélia Duncan. E até a chegada do grande momento em 2002 ela fez de tudo um pouco: experimentou trilhas para cinema, fez shows onde misturava o pop brasileiro com a dita MPB clássica e foi até Londres onde percebeu a efervescência dos DJ’s e principalmente a chegada do drum’n’bass ao mundo, uma mistura poderosa de elementos do jazz com a quase cadência do samba. Foi amor à primeira vista. Junto com o DJ Patife (ainda como ela um ilustre desconhecido no Brasil) começou a trabalhar com música eletrônica. E não parou mais. Seu primeiro álbum hoje parece até uma coletânea de sucessos, quase todas as faixas tocaram no rádio e Fernanda atravessou o país e o mundo com seu novo som. E como tudo no Brasil que é consumido na base da histeria e do exagero, o drum’n’bass também dançou. E agora Fernanda ? Sem medo ela voltou ao ponto inicial e lançou seu segundo álbum bem mais acústico e cheio de baladas pop onde o ritmo eletrônico aparecia pouco mas com a benção de Chico Buarque na versão poderosa e eletrônica do clássico “Roda Viva”. Depois era hora de revisar sua pequena mas já importante história: lançou um álbum ao vivo onde olhou para seu passado e visitou os novos daquele momento como Marcelo Camelo. Agora Fernanda Porto está de volta ao estilo que a consagrou: sem medo de ser feliz e sabendo-se já capaz de ensinar a quem interessar possa o que é a nossa música brasileira eletrônica, Fernanda lança este “Auto-Retrato” onde volta a centralizar o comando em suas próprias mãos, tomando conta de tudo e bem de perto. ] O disco abre com a faixa que dá nome ao disco e já dá forte recado: “Pouco doce e muito sal / O meu nome não é mesmo Gal / Eu até me acho normal” deixando o ouvinte livre de comparações e pressões que chegam junto com as tais grandes cantoras. Em “Eu Preciso Entender Tudo Isso” Fernanda dá pistas de recomeço: “Eu preciso entender tudo isso / Perdi o chão, o fim, o início” e mostra certezas em “Virou Canção”: Mundo afora te encontrar/ Longe ou perto um lugar prá chegar ou partir”. A faixa “Na Bossa ou no Samba” define seu estilo: “A bossa nasceu do samba / Cantando baixinho / E quando ouviu batucada chegando se entregou”. E tem as baladas ótimas com baterias eletrificadas sem perder o pique de romance: “Conte-me Tudo”, “Vem Morar Comigo” e “Parece Ser” esta em co-autoria com Christianne Neves, pianista formada em MPB tradicional e que mergulha sem rede de proteção junto com Fernanda na música eletrônica. Fernanda não é mais musa do drum’n’bass. Esse tempo já passou. Fernanda é musa de qualquer estilo eletrônico. E são muitos. No Brasil nem tantos mas se existem esse mundo é seu. De Fernanda Porto Zé Pedro Maio 2009 .. .. .. .. .. .. .. ....
  • Members

    Fernanda Porto: Voz, violão, teclados, guitarra, sax e programações eletrônicas Christianne Neves: Piano, teclados, cavaquinho e percussão
  • Influences

    Música Popular Brasileira, Música Eletrônica
  • Sounds Like

    CD AUTORRETRATO: FAIXA A FAIXA 1)AUTORRETRATO ( Fernanda Porto ).Nesse Pop Eletrônico, uma auto-biografia bem humorada percorre a canção sem medo de se revelar “ ..Sou assim, sem tirar nem pôr, num retrato pb ou cor, foi um click que me pegou e num flash me revelou..” 2)AGORA É MINHA VEZ (Fernanda Porto) .O ritmo Break-Beat comanda a canção que deixa muito claro o que tem a dizer: “..fique você com as suas promessas, me deixa ir, agora é minha vez..” 3)EU PRECISO ENTENDER TUDO ISSO ( Fernanda Porto ). Aqui o personagem se percebe-se tomado pelo ciúme e confessa ser incapaz de lidar com esse devastador sentimento: “.. percebia seus olhares e o que ela te dizia, eram mil histórias era fantasia e o que mais eu vi eu não duvidei era um vento forte era a paixão...Nessa canção, influências do Baião convivem no ambiente eletrônico do Broken-Beat. 4)VIROU CANÇÃO ( Fernanda Porto/Lina de Albuquerque ). Em atmosfera de bossa nova, uma viagem em busca do amor, um passeio pelas cidades do Brasil e o eterno refúgio no parceiro violão. Quando o amor quer virar canção ele se torna seu principal aliado. 5)CONTE-ME TUDO ( Fernanda Porto ). Aqui o suave ritmo eletrônico “Down-Tempo” , aliado aos pianos e a um bass synth circular traz o ambiente de tranquilidade e transparência que a letra pede: “...Diga mais de você, eu preciso saber tudo isso que passa na sua cabeça...” 6) PERDI O TOM ( Fernanda Porto ). Os primeiros acordes do violão criam um ciclo harmônico e rítmico não usual e servem de pano de fundo para a pergunta: - “O que que vc tem? Por causa de você perdi o tom...”.é onde o amor nos desconserta, nos faz perder as referências. O samba aqui recebe do beat eletrônico Drum and Bass os teclados e seu andamento acelerado. (174 BPM). 7VEM MORAR COMIGO (Fernanda Porto). O amor dessa vez tenta provar que já tem maturidade para encarar todas as surpresas de uma vida a dois: “Cada um tem o seu jeito, não precisa explicar esses seus livros na varanda..” .Uma Balada Eletrônica com pitadas de Break Beat. 8)CIDADE SEM FIM (Fernanda Porto). O Progressive House vem dar a trilha sonora para a canção. Numa cidade aflita aonde os fatos se atropelam “.. ..as vezes a chuva começa e ainda faz sol...” as pessoas se esbarram mas não se encontram de verdade “...onde será que vc se esconde...” 9) TINHA QUE ACONTECER (Fernanda Porto) Um amor predestinado a acontecer- “ ..destino, sorte ou coisa assim eu você...”.O BreakBeat reforça o marcante groove do violão na abertura da canção . Na segunda parte o piano imprime uma atmosfera tranquila e prepara o ambiente para o solo de sax. 10) NA BOSSA OU NO SAMBA (Fernanda Porto) . Aqui um paralelo entre o encontro da bossa com o samba e o amor: “..e eu fico feito bossa nova tentando ser cool... mas o que sei a bossa nasceu do samba cantando baixinho e quando ouviu batucada chegando se entregou...”As percussões eletrônicas vão se alternando lentamente até o final alterando o tempo todo o colorido da canção. 11) PARECE SER ( Fernanda Porto/Christianne Neves ) Como conviver com sensações de estranhamento existencial que tanta vezes nos perseguem ? “..quando é de noite sinto o dia, estou voando, piso o chão..sai de mim caí na guia..”Nessa letra de Christianne Neves o personagem busca incansavelmente uma reposta para a questão. O Piano percorre toda a canção acompanhando suas inquietudes, suas harmonias inesperadas e suas mudanças de compasso. 12)RODA DE SAMBA (Fernanda Porto/Christianne Neves). Uma leitura eletrônica para esse Samba Jazz. Desta vez, todo o groove do samba parte integralmente do teclado sincopado. Na letra um convite e um recado: “..Hoje tem roda de samba será que você vai chegar?Pro samba precisa tempêro vem com vontade vem já” 13)TANTO TEMPO FAZ ( Fernanda Porto/Christianne Neves) Os acordes dissonantes marcam a canção em ritmo de NuJazz. As linhas do bass synth muitas vezes passam pelo jazzístico walking-bass enquanto a melodia da voz insiste em dizer: “Não vá por aí..o que é o amor, o que é o amor? ....” 14) TEM UMA VAGA AÍ? (Fernanda Porto) Nesse samba o bom humor garante a difícil tarefa de falar de emprego, trabalho e até mesmo do amor. O arranjo cheio de melodias e pausas inesperadas se encarrega de dar as respostas musicais ..a pergunta chave. O Drum and bass prova mais uma vez que seu groove sincopado caminha facilmente pelo samba.

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00:00 | 0 plays | Jan 1 0001

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  • Paulo Theo Br

    Olá, amgo!
    Brigado por me adicionar!
    Sucesso!
    Até!
    I Disc Jockey and make Electro Tecno House Dance.
    Original sample capture. 
    World music on Alhandra-Paraíba-Brasil.

    3 months ago
  • Account Closed

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    All the best.

    1 year ago
  • Account Closed

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    1 year ago
  • Amelia Woodcock

    Thanks for the add. Great music.

    1 year ago
  • Psysun Live!

    [REMIX CONTEST] DUB Terror


    Image Hosted by ImageShack.us
    By speedsound at 2010-06-02

    Psysun vs Urucubaca - Dub Terror by PSYSUN


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    .
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    Boa sorte a todos! - Good luck to all!



    _

    1 year ago
  • Psysun Live!

    [REMIX CONTEST] DUB Terror


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    By speedsound at 2010-06-02

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    1 year ago
  • DJ Dinho Mk3

    Parabensss e obrigado por mais um lindo trabalho enrriquecendo nossa música estamos juntos.

    2 years ago
  • PasquaLina

    eeee

    tá lindo de morrer o seu novo cd!

    2 years ago
  • LAVADEIRAS

    Tudo o que recebe o toque de Midas da sua voz primeiro vira ouro. Mas depois "vira canção" -- o que é tão mais valioso.
    Parabéns por mais essa linda e deliciosa viagem musical!

    2 years ago
  • ZURA

    hey!! congratulations for the album!!!!! great vibes and feelings!!!!!!!!!!!! muito amor

    2 years ago
10 of 15More

Bio:

FERNANDA PORTO – AUTO RETRATO Música Eletrônica Brasileira. Poucos se arriscam. Poucos se dão bem. Apesar de muitos artistas no Brasil declararem afinidades e interesse por esse assunto, esse estilo é pouco valorizado por aqui. No mundo todo grandes artistas do mundo pop ao lançarem seus álbuns trazem junto consigo seus remixes para serem utilizados pelos DJ’s em suas pistas de dança. A música de trabalho sai sempre em um um cd-single com sua versão original e outras em diversos estilos: drum’n’bass, house music, breakbeat, electro, e o que mais estiver na moda. Por aqui sempre existiu um forte preconceito. Em 2002 Fernanda Porto acendeu a luz no fim do túnel: seu primeiro álbum saía pela trama e era descaradamente eletrônico. Na maioria das faixas os arranjos eram dela, quase todas as canções de sua própria autoria. “Fernanda wants to be a superwoman” foi o pensamento de todos naquela ocasião. E ela tinha força para isso: sabia compor, tocava vários instrumentos, em uma polivalência consistente. Não era uma menina jogada aos leões do mercado musical: sua batalha já vinha de muito tempo quando foi considerada uma das promessas dos anos 90 junto com Cássia Eller e Zélia Duncan. E até a chegada do grande momento em 2002 ela fez de tudo um pouco: experimentou trilhas para cinema, fez shows onde misturava o pop brasileiro com a dita MPB clássica e foi até Londres onde percebeu a efervescência dos DJ’s e principalmente a chegada do drum’n’bass ao mundo, uma mistura poderosa de elementos do jazz com a quase cadência do samba. Foi amor à primeira vista. Junto com o DJ Patife (ainda como ela um ilustre desconhecido no Brasil) começou a trabalhar com música eletrônica. E não parou mais. Seu primeiro álbum hoje parece até uma coletânea de sucessos, quase todas as faixas tocaram no rádio e Fernanda atravessou o país e o mundo com seu novo som. E como tudo no Brasil que é consumido na base da histeria e do exagero, o drum’n’bass também dançou. E agora Fernanda ? Sem medo ela voltou ao ponto inicial e lançou seu segundo álbum bem mais acústico e cheio de baladas pop onde o ritmo eletrônico aparecia pouco mas com a benção de Chico Buarque na versão poderosa e eletrônica do clássico “Roda Viva”. Depois era hora de revisar sua pequena mas já importante história: lançou um álbum ao vivo onde olhou para seu passado e visitou os novos daquele momento como Marcelo Camelo. Agora Fernanda Porto está de volta ao estilo que a consagrou: sem medo de ser feliz e sabendo-se já capaz de ensinar a quem interessar possa o que é a nossa música brasileira eletrônica, Fernanda lança este “Auto-Retrato” onde volta a centralizar o comando em suas próprias mãos, tomando conta de tudo e bem de perto. ] O disco abre com a faixa que dá nome ao disco e já dá forte recado: “Pouco doce e muito sal / O meu nome não é mesmo Gal / Eu até me acho normal” deixando o ouvinte livre de comparações e pressões que chegam junto com as tais grandes cantoras. Em “Eu Preciso Entender Tudo Isso” Fernanda dá pistas de recomeço: “Eu preciso entender tudo isso / Perdi o chão, o fim, o início” e mostra certezas em “Virou Canção”: Mundo afora te encontrar/ Longe ou perto um lugar prá chegar ou partir”. A faixa “Na Bossa ou no Samba” define seu estilo: “A bossa nasceu do samba / Cantando baixinho / E quando ouviu batucada chegando se entregou”. E tem as baladas ótimas com baterias eletrificadas sem perder o pique de romance: “Conte-me Tudo”, “Vem Morar Comigo” e “Parece Ser” esta em co-autoria com Christianne Neves, pianista formada em MPB tradicional e que mergulha sem rede de proteção junto com Fernanda na música eletrônica. Fernanda não é mais musa do drum’n’bass. Esse tempo já passou. Fernanda é musa de qualquer estilo eletrônico. E são muitos. No Brasil nem tantos mas se existem esse mundo é seu. De Fernanda Porto Zé Pedro Maio 2009 ..

Member Since:

June 03, 2009

Members:

Fernanda Porto: Voz, violão, teclados, guitarra, sax e programações eletrônicas Christianne Neves: Piano, teclados, cavaquinho e percussão

Influences:

Música Popular Brasileira, Música Eletrônica

Sounds Like:

CD AUTORRETRATO: FAIXA A FAIXA 1)AUTORRETRATO ( Fernanda Porto ).Nesse Pop Eletrônico, uma auto-biografia bem humorada percorre a canção sem medo de se revelar “ ..Sou assim, sem tirar nem pôr, num retrato pb ou cor, foi um click que me pegou e num flash me revelou..” 2)AGORA É MINHA VEZ (Fernanda Porto) .O ritmo Break-Beat comanda a canção que deixa muito claro o que tem a dizer: “..fique você com as suas promessas, me deixa ir, agora é minha vez..” 3)EU PRECISO ENTENDER TUDO ISSO ( Fernanda Porto ). Aqui o personagem se percebe-se tomado pelo ciúme e confessa ser incapaz de lidar com esse devastador sentimento: “.. percebia seus olhares e o que ela te dizia, eram mil histórias era fantasia e o que mais eu vi eu não duvidei era um vento forte era a paixão...Nessa canção, influências do Baião convivem no ambiente eletrônico do Broken-Beat. 4)VIROU CANÇÃO ( Fernanda Porto/Lina de Albuquerque ). Em atmosfera de bossa nova, uma viagem em busca do amor, um passeio pelas cidades do Brasil e o eterno refúgio no parceiro violão. Quando o amor quer virar canção ele se torna seu principal aliado. 5)CONTE-ME TUDO ( Fernanda Porto ). Aqui o suave ritmo eletrônico “Down-Tempo” , aliado aos pianos e a um bass synth circular traz o ambiente de tranquilidade e transparência que a letra pede: “...Diga mais de você, eu preciso saber tudo isso que passa na sua cabeça...” 6) PERDI O TOM ( Fernanda Porto ). Os primeiros acordes do violão criam um ciclo harmônico e rítmico não usual e servem de pano de fundo para a pergunta: - “O que que vc tem? Por causa de você perdi o tom...”.é onde o amor nos desconserta, nos faz perder as referências. O samba aqui recebe do beat eletrônico Drum and Bass os teclados e seu andamento acelerado. (174 BPM). 7VEM MORAR COMIGO (Fernanda Porto). O amor dessa vez tenta provar que já tem maturidade para encarar todas as surpresas de uma vida a dois: “Cada um tem o seu jeito, não precisa explicar esses seus livros na varanda..” .Uma Balada Eletrônica com pitadas de Break Beat. 8)CIDADE SEM FIM (Fernanda Porto). O Progressive House vem dar a trilha sonora para a canção. Numa cidade aflita aonde os fatos se atropelam “.. ..as vezes a chuva começa e ainda faz sol...” as pessoas se esbarram mas não se encontram de verdade “...onde será que vc se esconde...” 9) TINHA QUE ACONTECER (Fernanda Porto) Um amor predestinado a acontecer- “ ..destino, sorte ou coisa assim eu você...”.O BreakBeat reforça o marcante groove do violão na abertura da canção . Na segunda parte o piano imprime uma atmosfera tranquila e prepara o ambiente para o solo de sax. 10) NA BOSSA OU NO SAMBA (Fernanda Porto) . Aqui um paralelo entre o encontro da bossa com o samba e o amor: “..e eu fico feito bossa nova tentando ser cool... mas o que sei a bossa nasceu do samba cantando baixinho e quando ouviu batucada chegando se entregou...”As percussões eletrônicas vão se alternando lentamente até o final alterando o tempo todo o colorido da canção. 11) PARECE SER ( Fernanda Porto/Christianne Neves ) Como conviver com sensações de estranhamento existencial que tanta vezes nos perseguem ? “..quando é de noite sinto o dia, estou voando, piso o chão..sai de mim caí na guia..”Nessa letra de Christianne Neves o personagem busca incansavelmente uma reposta para a questão. O Piano percorre toda a canção acompanhando suas inquietudes, suas harmonias inesperadas e suas mudanças de compasso. 12)RODA DE SAMBA (Fernanda Porto/Christianne Neves). Uma leitura eletrônica para esse Samba Jazz. Desta vez, todo o groove do samba parte integralmente do teclado sincopado. Na letra um convite e um recado: “..Hoje tem roda de samba será que você vai chegar?Pro samba precisa tempêro vem com vontade vem já” 13)TANTO TEMPO FAZ ( Fernanda Porto/Christianne Neves) Os acordes dissonantes marcam a canção em ritmo de NuJazz. As linhas do bass synth muitas vezes passam pelo jazzístico walking-bass enquanto a melodia da voz insiste em dizer: “Não vá por aí..o que é o amor, o que é o amor? ....” 14) TEM UMA VAGA AÍ? (Fernanda Porto) Nesse samba o bom humor garante a difícil tarefa de falar de emprego, trabalho e até mesmo do amor. O arranjo cheio de melodias e pausas inesperadas se encarrega de dar as respostas musicais ..a pergunta chave. O Drum and bass prova mais uma vez que seu groove sincopado caminha facilmente pelo samba.

Record Label:

EMI

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