Guilherme Castro (viola e saz turco)
Avelar Jr. (baixo e marimba de vidro)
Léo Dias (marimba de vidro e percussão)
Fred Malverde (violoncelo)
Vladmir Cerqueira (violão e ronrocco)
Rafael Azevedo (violão e ronrocco)
Influences
Ná Ozzetti, Suzana Salles, Mônica Salmaso, Cássia Eller, Tom Zé, Elomar, Zé Miguel Wisnik, Luiz Tatit, Caetano Veloso, Chico Buarque, Gilberto Gil, Guinga,
João Gilberto, Gal Costa, Elis Regina, Nara Leão, Maria Bethânia, Ney Matogrosso, Clara Nunes, Roberto Carlos, Elba Ramalho, Virgínia Rodrigues, Titane, Clementina de Jesus, Luís Gonzaga, Sivuca, Tom Jobim, Villa-Lobos, Quinteto Armorial, Banda de Pau e Corda, Milton Nascimento, Marco Antônio Guimarães, Carmem Miranda, Maria Callas, Edith Piaf, Amália Rodrigues, Maria João, Björk, Henri Salvador, António Zambujo, Omara Portuondo, Cesária Évora, Nina Simone, Billie Holiday, Sarah Vaughan, PJ Harvey, Tom Waits... o universo da canção...
Moira é o primeiro trabalho solo da cantora Maísa Moura, que desponta como uma das mais criteriosas intérpretes de sua geração. Acompanhada dos músicos Guilherme Castro e Vladmir Cerqueira nos violões, Avelar Jr. no baixolão, Fred Malverde no violoncelo, Sarah Assis na sanfona e Léo Dias na marimba de vidro e percussão, Maísa apresenta no palco uma formação totalmente acústica com todos os instrumentos microfonados, garantindo uma sonoridade rara para o repertório de seu primeiro disco solo.
Canções inéditas de Chico Saraiva, Makely Ka, Renato Negrão, Mário Sève e Estrela Leminski, e releituras de canções de Guinga, Aldir Blanc, Zé Miguel Wisnik, Tom Zé, Elomar e Luiz Tatit formam uma unidade poética que é ressaltada pela sonoridade do disco. Os arranjos - a cargo de Avelar Jr., Guilherme Castro e Vladmir Cerqueira - ao mesmo tempo densos e concisos, escapam do óbvio e dialogam com as letras, esbanjando bom gosto.
As interpretações de Maísa realizam no estúdio as sutilezas que se consegue ape¬nas na liberdade dos ensaios sem compromisso. Seu canto não é classificável. É um canto fluido, dotado de uma textura tão áspera quanto leve; tão forte quanto delicada. Uma voz que se sente com o tato; encarnada; viva; Maísa é, sem dúvida, uma das mais criteriosa cantoras da mais recente geração de intérpretes mineiras.
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Moira is the first solo work of the singer Maisa Moura, that rises as one of the most sensible performer of her generation. Before, she recorded with Makely Ka one of the most beautiful and strange albums lately launched in Minas Gerais, the Danaide (2006). Now, with the musicians Guilherme Castro e Vladmir Cerqueira on the guitars, Avelar Jr on the bass guitar, Fred Malverde on the cello, Sarah Assis on the accordion, and Léo Dias on the glass "marimba" and percussion, Maísa presents on stage a completely acoustic formation, where all the instruments are micked, assuring a rare sonority for the tracklist of her first solo album.
Unpublished songs of Chico Saraiva, Makely Ka, Renato Negrão, Mário Sève and Estrela Leminski, and interpretations of Guinga, Aldir Blanc, Zé Miguel Wisnik, Tom Zé, Elomar and Luiz Tatit songs, are brought together in a poetic unity that stands out thru the sonority of the album. In charge of the arrangments, Avelar Jr., Guilherme Castro and Vladmir Cerqueira – at the same time dense and concise, escape from the obvious and dialogue with the lyrics, showing a refined taste.
Maisa's performance on studio reaches refinements, normally only obtained on the freedom of the informal rehearsals. Her singing is not classifiable. Its fluid and gifted with a texture that so rough as soft, so strong as so delicate. A voice that can be felt with the tact; incarnated; alive; Maísa is one of the most sensible singer of the new generation of performers of MG.
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ॐ Maísa, parabéns pelo belíssimo trabalho! É um prazer imensurável e uma honra tê-la entre os meus amigos no Myspace! Desejo o melhor para você! Se tiver um tempinho, conheça e comente algumas de minhas músicas e vídeos no meu perfil. Mais uma vez parabéns! Beijos ☮
Bonjour Maisa Thanks for the friendly add What a beautiful music I really appreciate your voice Best wishes from France (Follow me on twitter.com/pascal95 ) Pascal
querida Maísa, parabéns pelo teu maravilhoso CD!!! tenho ouvido muito e me encantado sem parar. é um presente dos mais lindos para nossos ouvidos e corações. tenho mostrado para algumas pessoas que igualmente se encantam. vida muito longa para a tua música e de teus parceiros. beijo. Ná
Ei Maísa, eu é que fiquei com saudades!! Te ouvir foi tão bom!! Sua voz é tão bonita. Aquela música .. Tristeza ..é muito bonita nossa, me emocionei ao ouvir cantá-la. É isso aí, que temos mesmo aproveitar o que essa nova vida de mamãe nos presenteia. Depois vai passar essa fase e vai nos dar uma saudaaaade. !! Quero te fazer uma visita , levar o Heitor pra brincar com o Moreno!!Bjo grande querida.
Estimulada por um e-mail do Makely divulgando show teu vim ouvir um pouco mais o som. Que repertório bom, não? Tudo interessa muito, a gente até pára as mil tarefas à volta (ainda mais quem é professora, cantora, mãe de pequenina de um ano e nove meses...) pra te ouvir com o mesmo cuidado com que você canta essas músicas. Os arranjos também só estão a favor das músicas!
Espero que em breve a gente se cruze por aí ou por aqui.
Oi Maísa!!! Fiquei super feliz por seu comentário, você é um anjo de pessoa! Quanto a "Outros Carnavais", sou um felizardo por ter recebido do Makely a letra para musicar, ela é muito bonita. O arranjo de metais é do Spok, não poderia ser melhor. O resultado final do CD me agradou bastante. Melhor ainda é poder ouvir de uma artista de sua categoria um comentário tão bacana. Fico muito envaidecido e orgulhoso. Muito obrigado mais uma vez. Bjs e muito sucesso prá você!
tudo em riba?! te escrevo pra dizer que ouvi o cd de acabo a rabo várias vezes essa semana. ele é especial. Fico feliz de participar com minhas composições.
Muito obrigado pelo add! Lindas, tu e a voz e a música. Curiosamente, ou não, a música lembra outras paragens atlânticas, mais melancólicas. Beijos do sul...
"Nuvem Djalminha já percorreu sete pontas do globo planeta, dezoito estrelas de cinco pontas e três pontas de esquisso de sonho; Djalminha andou, por todo o lado cartografado e no outro também, e como tal é nuvem omnipresente, mas de ninguém – por todo o lado que procura Djalminha, olha nuvem já passou…"