Photo of MAQUINADO

MAQUINADO

Music

FEATURED SONG
  1. Play
  2. Play Next
  3. Add to queue
Album:
Released: Jan 1, 2010
Label:

General Info

  • Genre: A'cappella / Bossa Nova / Death Metal

    Location BR

    Profile Views: 181349

    Last Login: 12/27/2010

    Member Since 6/5/2006

    Website maquinado.com.br

    Record Label OPIUM DISCOS contato para show:zumbimaia@gmail.com

    Type of Label Indie

  • Bio

    "Aqui no se rinde nadie, carajo" Cienfuegos .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. ..
  • Members

    Misturar, confundir e transformar é preciso. A feijoada, a tropicália, o afrobeat, o gol de bicicleta, o Kraftwerk, o Mané Garrincha, o Moacir Santos, o Moebius, o cachorro vira-lata, “Pulp Fiction” e milhares de outras maravilhas do mundo estão aí pra desfazer qualquer dúvida. O Maquinado é mistura, confusão, transformação. O projeto de Lúcio Maia, guitarrista da Nação Zumbi, era de um jeito nos primeiros shows (com três guitarras, baixo e bateria na banda), apareceu bem diferente no disco de estreia “Homem Binário” (cheio de batidas eletrônicas e participações, principalmente nos vocais), mudou outra vez sua formação de palco (para guitarra, baixo, percussão e toca-discos) e surge novamente transformado em “Mundialmente Anônimo” – o segundo e novo disco. Considerado um dos melhores guitarristas de sua geração, Lúcio fez um primeiro disco mais voltado para sua vocação como produtor. Havia guitarras, claro. Mas elas não uivavam com a mesma tensão de “Mundialmente Anônimo”. O peso e a distorção das seis cordas permeiam o disco, aliviam em algumas faixas e explodem na última – “SP”, um clique preciso da babilônia paulistana em dias de caos. Lúcio também está mais à vontade como cantor e já apresenta uma identidade vocal mais definida. Neste disco, ele é o vocalista em sete das oito faixas cantadas – as rimas que gingam no rap “Tropeços Tropicais” são cortesia de Lurdez da Luz (Mamelo Sound System). Duas são instrumentais: além de “SP”, a letárgica “Um Recado Para o Lucas Extensivo ao Pio” – essa estabelece um criativo telefone sem fio com “Um Recado Para o Lúcio Maia” (de Pio Lobato) e “Um Recado Para o Pio Lobato” (de Lucas Santtana). O melhor jeito de cantar já aparecia em uma das faixas de destaques de “Homem Binário” – a cinematográfica “Sem Conserto” – e agora se intensifica nas climáticas “Bem-vinda ao Inferno”, “Girando Com o Sol”, “Pode Dormir” e “Provando a Sanidade”. Mas nem tudo é transformação: “Mundialmente Anônimo” segue fiel à essência do Maquinado, de liquidificar várias referências – do rock ao hip hop, do dub aos ritmos brasileiros, das batidas afro-caribenhas à vanguarda eletrônica – sem soar desconexo ou descontínuo. Do cancioneiro verde e amarelo, o repertório pinça versões para Jorge Ben (“Zumbi”, o abre-alas do disco) e Mundo Livre S/A (“Super-homem Plus”) – ambas profundamente modificadas. Se fosse um personagem, o Maquinado seria uma mistura de Ranxerox (um frankstein pop criado pelos quadrinistas italianos Tanino Liberatore e Stefano Tamburini, bem pra lá da beira do ataque de nervos) com os protagonistas soturnos e melancólicos dos filmes do chinês Won Kar Wai – uma amálgama viva de humores e temperamentos. Na boa música brasileira contemporânea, quase todo mundo é meio assim. Ramiro Zwetsch / Radiola Urbana / fevereiro de 2009
  • Influences

    LITTERAE, MOUSIKê, DIVERTERE, VIVO...
  • Sounds Like

    twitter@luciomaia_nz nacaozumbi.com.br

Videos

00:00 | 0 plays | Jan 1 0001

You have no videos.

Comments

Post a comment...
10 of 951More

Bio:

"Aqui no se rinde nadie, carajo" Cienfuegos

..

Member Since:

June 05, 2006

Members:

Misturar, confundir e transformar é preciso. A feijoada, a tropicália, o afrobeat, o gol de bicicleta, o Kraftwerk, o Mané Garrincha, o Moacir Santos, o Moebius, o cachorro vira-lata, “Pulp Fiction” e milhares de outras maravilhas do mundo estão aí pra desfazer qualquer dúvida. O Maquinado é mistura, confusão, transformação. O projeto de Lúcio Maia, guitarrista da Nação Zumbi, era de um jeito nos primeiros shows (com três guitarras, baixo e bateria na banda), apareceu bem diferente no disco de estreia “Homem Binário” (cheio de batidas eletrônicas e participações, principalmente nos vocais), mudou outra vez sua formação de palco (para guitarra, baixo, percussão e toca-discos) e surge novamente transformado em “Mundialmente Anônimo” – o segundo e novo disco. Considerado um dos melhores guitarristas de sua geração, Lúcio fez um primeiro disco mais voltado para sua vocação como produtor. Havia guitarras, claro. Mas elas não uivavam com a mesma tensão de “Mundialmente Anônimo”. O peso e a distorção das seis cordas permeiam o disco, aliviam em algumas faixas e explodem na última – “SP”, um clique preciso da babilônia paulistana em dias de caos. Lúcio também está mais à vontade como cantor e já apresenta uma identidade vocal mais definida. Neste disco, ele é o vocalista em sete das oito faixas cantadas – as rimas que gingam no rap “Tropeços Tropicais” são cortesia de Lurdez da Luz (Mamelo Sound System). Duas são instrumentais: além de “SP”, a letárgica “Um Recado Para o Lucas Extensivo ao Pio” – essa estabelece um criativo telefone sem fio com “Um Recado Para o Lúcio Maia” (de Pio Lobato) e “Um Recado Para o Pio Lobato” (de Lucas Santtana). O melhor jeito de cantar já aparecia em uma das faixas de destaques de “Homem Binário” – a cinematográfica “Sem Conserto” – e agora se intensifica nas climáticas “Bem-vinda ao Inferno”, “Girando Com o Sol”, “Pode Dormir” e “Provando a Sanidade”. Mas nem tudo é transformação: “Mundialmente Anônimo” segue fiel à essência do Maquinado, de liquidificar várias referências – do rock ao hip hop, do dub aos ritmos brasileiros, das batidas afro-caribenhas à vanguarda eletrônica – sem soar desconexo ou descontínuo. Do cancioneiro verde e amarelo, o repertório pinça versões para Jorge Ben (“Zumbi”, o abre-alas do disco) e Mundo Livre S/A (“Super-homem Plus”) – ambas profundamente modificadas. Se fosse um personagem, o Maquinado seria uma mistura de Ranxerox (um frankstein pop criado pelos quadrinistas italianos Tanino Liberatore e Stefano Tamburini, bem pra lá da beira do ataque de nervos) com os protagonistas soturnos e melancólicos dos filmes do chinês Won Kar Wai – uma amálgama viva de humores e temperamentos. Na boa música brasileira contemporânea, quase todo mundo é meio assim. Ramiro Zwetsch / Radiola Urbana / fevereiro de 2009

Influences:

LITTERAE, MOUSIKê, DIVERTERE, VIVO...

Sounds Like:

twitter@luciomaia_nz nacaozumbi.com.br

Record Label:

OPIUM DISCOS contato para show:zumbimaia@gmail.com

Login

Forgot password?

Need an account? Sign up