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Johny Moraes's Blog

  • Bar do Blues – Refúgio do Rock em São Gonçalo

    O Bar do Blues assumiu sozinho a difícil missão de satisfazer o publico sedento de rock em São Gonçalo. É realizada pelo menos uma vez por mês a chamada Choppada do rock; evento que tem shows covers com bebida liberada. Além disso, esporadicamente são realizados alguns shows que não se tratam de cover ou tributos. Luxuria, Fresno, Dead Fish, Matanza e muitas outras bandas já passaram pelo palco do Bar do Blues.
    O ultimo evento realizado no local foi o Tributo à Legião Urbana dia 15 de Outubro. A noite teve bebida liberada e a banda 'Zero Hora' fazendo um show só com músicas da Legião Urbana.O local ficou cheio. Alguns foram atraídos pelo fato de a bebida ser liberada e outros estavam ali porque queriam ouvir músicas da Legião Urbana. Vejo a bebida liberada como forma de atrair pessoas para o local, arrecadando uma verba para viabilizar os eventos. A casa fica cheia, cada um se diverte como desejar e os organizadores não ficam no prejuízo.Fui mais uma vez com Gabriel Peon. A companhia de um bom amigo sem duvidas é essencial para dividir lugares agradáveis e fazer com que determinados eventos tornem-se inesquecíveis.O Tributo que estava marcado para as 23hs, como de costume, teve um pequeno atraso. Todos aproveitaram esse meio tempo para pegar seus copos e conversar. Com um ambiente escuro e algumas luminárias bem localizadas, o Bar do Blues ficou com um visual bem aconchegante. Começado o show, o publico delirou ao som de muito rock n' roll. A banda era composta de fãs da Legião Urbana. A alegria no pouco e na pista era a mesma, tornando o show longo.Quando a banda disse que faltava uma hora de show eu olhei no relógio e vi que daria 4 horas da manhã. Disse à Gabriel que eu não poderia ficar até o final do show, pois eu tinha um compromisso de amanhã. Quando estávamos nos retirando, a banda Zero Hora começou a tocar "Dezesseis" (música que fala de um garoto cujo nome é Johny). Eu e Gabriel esperamos essa música terminar antes de sairmos e eu me senti lisonjeado, pois a música termina da seguinte forma:"Bye, bye bye Johnny
    Johnny, bye, bye
    Bye, bye Johnny"
    Ouvir aquela casa cheia cantando isso na hora que eu estava indo embora foi lindo. rsChamei Gabriel para caminhar em direção às nossas casas enquanto o ônibus não vinha e quando este chegasse pegaríamos. Partimos andando desde o Zé Garoto e o ônibus só apareceu quando estávamos no Barro Vermelho. Só faltava um bairro para eu chegar em minha casa e para o Gabriel faltavam dois. Resolvemos continuar andando. Assim, nos divertimos, conversamos e ainda realizamos uma atividade saudável na madrugada.Que as casas de shows maiores e seus organizadores fiquem atentos ao ótimo trabalho prestado pelo Bar do Blues. São Gonçalo é um município populoso e é de se esperar que haja muitos ouvintes de rock. É desejo desses ouvistes de rock que o Bar do Blues dê continuidade a seus eventos e que haja outros similares espalhados pelo município.
  • Ele Sabia

    Ele sabia que ela não falaria
    Mesmo assim amou
    Mesmo assim amou, chorou
    Dia de dor. Dia de rir
    Dia de amar. Ele não cansou
    Ele não cansou
  • Rock In Rio – 02/10/2011

    Rock In Rio – 02/10/2011
    Após 10 anos fora do Rio de Janeiro, o Rock In Rio voltou para o nosso país gerando uma grande repercussão.
    O Rock In Rio não foi muito fiel ao nome. Ele foi demasiado eclético. Mas os dias 25/09/2011 e 02/10/2011 foram os dias mais completos (tratando-se de rock). Fico feliz de ter marcado presença em um desses dias: o dia 02/10.
    Chegar à cidade do Rock foi uma verdadeira viagem. Passamos por montanhas, serras e muito mato para chegar na Av. Salvador Allende –Barra da Tijuca. Chegando lá, encontramos um verdadeiro parque. A Cidade do Rock tem muitos atrativos fornecidos pelos patrocinadores. Além disso, o público podia utilizar a tirolesa, montanha russa e roda gigante.
    Alguns dias antes do show, uma ordem judicial obrigou os organizadores do evento a permitir que entrássemos com bebidas e comida para consumo. Isso foi uma notícia ótima para mim e para muita gente que não queria gastar uma fortuna com o consumo. Ao saber disso comprei uma dessas bolsas ecológicas e enchi de Traquinas, barras de cereais, Coca Cola, sanduíche, água… A minha conscientização me deixou na mão. Ainda na Central a Bolsa rasgou e tive que colocar todas as coisas na mochila de um garoto que nos acompanhou (Mairon).
    Combinei de estar com muitas pessoas nesse dia no Rock In Rio: meu primo Welinton que veio de Minas, três colegas que conheci por termos gostos musicais em comum (um desses que veio da Bahia), duas colegas de trabalho (Letícia e Emanuele) e minhas primas Jéssika e Jaqueline. De todas essas pessoas eu só consegui encontrar minha prima Jaqueline. Fomos juntos: Eu, Jaqueline, um amigo dela (Marcos) e o Mairon (amigo de Marcos). Vi-me com uma grande responsabilidade, pois eles não sabiam como chegariam à Cidade do Rock e estavam confiando que eu os levasse; fui bem sucedido nessa missão.
    Fila, muita fila. Só para entrar tinha mais de três filas. Filas essas que tinham direções diferentes e você não sabia onde começava ou terminava. O jeito foi se juntar ao povão que entrou pela zona que se formou na parte de traz da Cidade do Rock.
    Dentro da Cidade, queríamos aproveitar tudo, mas as filas já mencionadas não permitiram. A tirolesa foi uma das coisas que eu queria muito ter usado e não pude. Mas andei de montanha russa com Jaqueline e foi bom demais. Quando nos demos conta, já estava todo mundo indo para o palco Mundo por volta das 17hs. Os shows no Palco Mundo estavam marcados para 19hs. Nem terminei de assistir o show dos Mutantes do Palco Sunset e também não esperei pelo show dos Titãs. Fui para o palco Mundo e enquanto esperávamos, os shows do Palco Sunset eram transmitidos pelo telão.
    Após horas de espera, começou a primeira atração do Palco Mundo: Detonautos. Eu não acompanho a carreira da banda e não fiz questão de pesquisar o repertório deles quando soube que tocariam nesse dia. Então não criei expectativas com relação ao show deles. Mas eles fizeram um bom show. Agradaram seus fãs e até quem não era. Apresentaram um som e atitude rock n' roll. Mandando, inclusive, um recado aos políticos; em especial para Sarney.
    Em seguida tivemos o show da Pitty. Para mim a novidade era ver como seria o show dela em meio ao festival, diante de um público de 100 mil pessoas das quais nem todos eram seus fãs. Por que o show em si eu já conhecia e sei que é muito bom. O show da Pitty diante de 100 mil pessoas é de qualidade idêntica ao que ela costuma fazer nas casas de shows daqui do Rio de Janeiro durante o ano. A diferença é que quando o show é só dela, seu público (que é unanimidade) enlouquece, canta todas as músicas, grita e faz juras de amor durante todo o show. La tinha muita gente fazendo isso, mas não era unanime, porque tinha muita gente que não era fã da banda. Mas até esses que pareciam desconhecer as músicas, da metade do show em diante já estavam 'batendo cabeça'. Foi bonito ver isso. Ver que a banda agradou e animou todo o público do festival.
    A terceira atração do Palco Mundo foi uma banda internacional:Evanescence. A voz da Emily é de fato muito boa. As canções também são ótimas. Estava todo mundo esperando por um bom show. E foi um bom show que tivemos, mas esperávamos mais. A banda estava anos sem tocar. Esse foi o primeiro show após o tempo em que a banda ficou sem realizar show e o primeiro da nova turnê. Isso tudo criou uma grande expectativa e decepção para algumas pessoas. Afinal, quanto maior a expectativa maiores as possibilidades de desapontamento e decepção.

    A quarta banda a se apresentar neste palco não deixou nada a desejar: System Of A Down. Assim como a banda Evanescence, o System Of A Down subiu no palco diante de muitos olhares curiosos e ansiosos. Os integrantes do Sytem Of A Down fizeram uma pausa de mais de cinco anos e se reuniram para tocar aqui no Brasil. Não importa o quão grande foi a expectativa criada sobre a banda, eles superaram todas elas. Vozes potentes, arranjos bem feitos, interação com o público, integrantes performáticos e refrões fortes fizeram com que o System apresentasse um dos melhores shows do festival.
    Por ultimo tivemos o clássico Guns N' Rouses. Pouco tempo depois que o System Of A Down saiu do palco, a chuva caiu forte. A principio, estavam todos com muito calor e cede. Assim, muitos aproveitaram a água que caia do céu para satisfazer duas necessidades. Mas em pouco tempo a temperatura caiu. O atraso da banda já somava quase duas horas. As pessoas não queriam saber se o palco ou os fios molhados eram fatores que poderiam atrapalhar o show e até ser uma ameaça física para os integrantes da banda Guns N' Rouses. Muitos xingaram os integrantes, em especial o Axl. Apesar disso, poucos deixaram a Cidade do Rock. A banda estava demorando, mas ninguém disse que ela não se apresentaria. Pelo contrário. Homens passando rodo no palco davam esperança de que a apresentação não seria cancelada.
    Quando o Axl subiu ao palco, todos aqueles que antes o xingavam pela demora agora faziam juras de amor. Era um público amante. Um público de faixa etária não definida. Confesso que antes eu vi em vídeos a apresentação do Gun no Rock In Rio de 2001 e não me animei nem um pouquinho. Mas nesse show, tivemos uma apresentação de qualidade bem melhor. A voz do Axl estava melhor. Ouvi pessoas reclamando que o Axl não corria por todo o palco, não estava vestindo sua antiga cueca e não fazia a famosa dancinha. Reclamações de quesitos que pouco tem a ver com a música que a meu ver eles executaram muito bem. Não poderíamos esperar por um Axl de performance similar a que ele fazia quando beirava seus vinte anos de idade, mas tivemos o melhor do Axl que beira os cinquenta e isso por si só já tornou o show perfeito. O show foi longo. Apresentou muitos clássicos e algumas músicas novas. Os músicos também desempenharam muito bem suas funções. Longos solos e performances incríveis. Esse show é mais um do Guns que marcou a história.
    Chegada a hora de voltar para casa. Preocupei-me em saber como chegar ao Rock In Rio, mas esqueci de me informar como faria para voltar. Foi bom encontrar Jessika e seu namorado (Vagner). Agora eu Jaqueline e os garotos já mencionados confiamos que Jessika e Vagner nos guiassem de volta. Pra chegar levamos cerca de 40 minutos da Central para a Cidade do Rock. Pra voltar levamos mais de duas horas, mas foi no ônibus mesmo que eu pude sonhar com o dia maravilhoso que tive.
  • Lançamento do CD "UMBIGOBUNQUER!?" do Jay Vaquer na Saiva do Norte Shopping

    Lançamento do CD "UMBIGOBUNQUER!?" do Jay Vaquer na Saiva do Norte Shopping

    Postado em Jay Vaquer, UMBIGOBUNKER!? com as tags Facebook, Jay Vaquer em agosto 9, 2011 por johnymoraes
    Dia 05 de Agosto foi o dia marcado para o Jay Vaquer lançar o seu sexto CD (quinto de estúdio) com uma sessão de autógrafos na Saraiva do Norte Shopping. Marcado para as sete horas, a livraria encontrava-se com uma grande fila de fãs ansiosos e com empolgação a flor da pele.
    Atencioso, o cantor Jay Vaquer recebeu com muito carinho cada fã. Ele abraçou, conversou, tirou fotos e autografou os CDs, enquanto tentava através de seu notebook apresentar tudo isso para outros fãs que não puderam comparecer.
    Por volta de 19h30 o CD Umbigobunker!? já estava esgotado, para o desespero dos fãs que estavam na fila para comprá-lo. As músicas do CD tocaram durante todo o evento na livraria e alguns fãs que já tiveram acesso as músicas cantavam.
    Na fila, recebemos encartes que garantem meia entrada no show de lançamento do Umbigobunker!? no Vivo Rio dia 19 de Agosto e fomos alertados de uma promoção da Lab 344 que premiará com um ingresso e um ipode.
    A atenção dada pelo Jay Vaquer a cada fã fazia com que a fila para chegar até ele andasse muito lentamente. Às 22hs horas ainda tinha uma boa quantidade de pessoas, incluindo eu, esperando para falar com ele. Como a livraria fica em um shopping, funcionários, seguranças e a própria equipe do Jay, começaram a apressar os fãs e ele, pois o local tinha que fechar.
    Quando finalmente consegui chegar até o Jay Vaquer, disse a ele: "Oi, Jay. Eu sou o Johny Moraes que te perturba na internet." E ele disse: "Ah, é você?! Perturba nada. O famoso Johny. Alessa, aqui esse que é o Johny!"
    Fiquei feliz por ele ter me reconhecido e surpreso pela forma como falou comigo. Não esperava que fosse tão simpático. Esperava que ele se lembrasse de mim pela "Budegosa paralela by Johny Moraes" que fizemos. Mas não entendi, pois ele falou com a assistente/promoter dele como se ela me conhecesse.
    Essa foi a primeira de duas sessões de autógrafos que acontecerão na Saraiva antes do show de lançamento do CD Umbigobunker!?. A próxima sessão de autógrafos será dia 10/08 às 12h30 na Saraiva da Rua do Ouvidor. A simpatia, atenção e carinho farão com que muitos fãs compareçam nos dois dias. Sim, compareçam nos dois dias se assim desejarem e puderem, mas façamos um esforço maior para comparecer no show do Vivo Rio dia 19 de Agosto às 22hs.
    Johny Moraes

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