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Zeca Pagodinho

Music

FEATURED SONG
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Album:
Released: Sep 21, 2010
Label:
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    Poxa

    3:08

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General Info

  • Genre: Latin

    Location BR

    Profile Views: 60281

    Last Login: 8/24/2011

    Member Since 3/16/2007

    Website www.zecapagodinho.com.br

    Record Label Universal Music

    Type of Label Major

  • Bio

    Zeca Pagodinho, batizado de Jessé Gomes da Silva Filho, nasceu no Irajá em 4 de fevereiro de 1959 e foi criado em Del Castilho. Filho de Seu Jessé e Dona Irinéa, quarto de uma família de cinco crianças, desde cedo já trocava as aulas por uma boa roda-de-samba. Por isso, depois da quarta-série, não quis mais saber de escola. Nos anos 70, o partido-alto começa a se tornar uma febre nos subúrbios do Rio. E entre um samba e outro, Zeca se virava como podia. Feirante, camelô, office-boy, contínuo e anotador de jogo do bicho. Fez de tudo. Desta época, surgiram amizades valorosas como Sérvula, Dorina, Paulão Sete Cordas, Monarco, Mauro Diniz, Almir Guineto, Bira Presidente, Beto Sem Braço e Arlindo Cruz. Freqüentava também as rodas do Cacique de Ramos. No inicio dos anos 80, Pagodinho começa a se estabelecer como um versador de respeito. Em parceria com o flautista e partideiro Cláudio Camunguelo, teve sua primeira música gravada: "Amargura". A faixa entrou no repertório do segundo disco do grupo Fundo de Quintal, fundado em 1977 e originário do Cacique de Ramos. A aproximação com o grupo acabou levando Zeca Pagodinho para perto de Beth Carvalho. Foi ela quem gravou seu primeiro sucesso: “Camarão que Dorme a Onda Leva", que ganhou até clipe no Fantástico. A madrinha ainda gravou "Jiló com Pimenta" (Arlindo Cruz e Zeca). Depois foi a vez de Alcione registrar "Mutirão do Amor" (Zeca, Sombrinha e Jorge Aragão) no LP "Almas e Corações", de 1983. O pagode, então, já se preparava para estourar no Brasil. A RGE lançou a coletânea "Raça Brasileira" (1985). Entre as canções de Zeca estavam "Mal de Amor", "Garrafeiro", "A Vaca" e "Bagaço da Laranja". Foram 100 mil cópias vendidas. No ano seguinte, o sambista estreava em disco solo, "Zeca Pagodinho”. Emplacou os sucessos "Coração em Desalinho", "Quando Eu Contar (IáIá)", "Judia de Mim" e "Brincadeira tem Hora", atingindo a marca de um milhão de cópias vendidas. Pela RGE ainda gravou "Patota do Cosme" (1987). Em seguida, se mudou para a RCA (atual Sony-BMG), ao lado de Beth Carvalho, Paulinho da Viola e Martinho da Vila. Na casa nova, ele gravou "Jeito Moleque" (1988), "Boêmio Feliz" (1989), "Mania da Gente" (1990), "Pixote" (1991), "Um dos Poetas do Samba" (1992) e "Alô, Mundo!" (1993). Em 1995, foi para a Universal, onde gravou "Samba Pras Moças" (1995) que tem em seu repertório sambas como, "Vou Botar teu Nome na Macumba" (parceria com Dudu Nobre) e "Guiomar" (de Nei Lopes). O próximo disco “Deixa Clarear" (1996) traria alguns dos maiores sucessos da sua carreira como "Verdade", “Conflito", "Não Sou Mais Disso" e "Jiló com Pimenta". Ainda vieram "Hoje É Dia de Festa" (1997), "Zeca Pagodinho" (1998), "Zeca Pagodinho Ao Vivo" (1999), "Água da Minha Sede" (2000) e "Deixa a Vida Me Levar" (2002) que estabelece o artista como um dos grandes nomes da música brasileira. A música título vira o tema da Copa e o disco ganha o prêmio de “Melhor Álbum de Samba” no Grammy de 2002. Em 2003 lançou o “Acústico MTV Zeca Pagodinho" (CD e DVD). O disco foi um sucesso instantâneo. Em 2005 lançou “À Vera” e em 2006 repetiu a parceria com a MTV que, de forma inédita, resolveu repetir o projeto acústico com um mesmo artista, com “Acústico MTV 2: Gafieira - Zeca Pagodinho”. Em 2008, lançou “Uma Prova de Amor”, cd com 16 faixas, sendo treze inéditas e três regravações. Sob produção musical de Rildo Hora, o disco conta com participação especial de João Donato em "Sambou, Sambou", releitura de uma canção do próprio pianista, Jorge Ben Jor na emocionante “Ogum”, na qual ele recita a oração de São Jorge, e a Velha Guarda da Portela, parceira de longa data de Zeca, no pot-pourri que reúne os sambas "Falsa Jura", "Pecadora" e "Manhã Brasileira". Em 2010, lança seu 22º cd, 'Vida da Minha Vida", dedicado a sua madrinha Beth Carvalho. Produzido por Rildo Hora, o cd traz 15 faixas, incluindo inéditas, regravações de clássicos de Gilson de Souza, Nelson Sargento, Monarco, Dona Ivone Lara e Fagner, além de inéditas de Nelson Rufino, Zé Roberto e uma parceria de Zeca com Arlindo Cruz.
  • Members

  • Influences

    Fundo de Quintal Beth Carvalho Jorge Aragão Paulinho da Viola Martinho da Vila
  • Sounds Like

Stream

  1. Zeca Pagodinho

    Roberta Sá no Vivo Rio - Show Segunda Pele - "O nego e eu" http://t.co/vuTWKeSn

  2. Zeca Pagodinho

    Roberta Sá no Vivo Rio - Show Segunda Pele http://t.co/t8PdTqxw

  3. Zeca Pagodinho

    Aproveitando q hj tem participação do Zeca na gravação do DVD do Monarco, relembre essa entrevista: http://t.co/MAxwMc4v

  4. Zeca Pagodinho

    Zeca Pagodinho e Arlindo Cruz são convidados http://t.co/1DxtYvDr

  5. Zeca Pagodinho

    "Alô, alô, seu Chacrinha, Velho palhaço! Alô, alô, Terezinha, Aquele Abraço!..." http://t.co/KoL3BVBa #diadoabraço

Comments

Post a comment...
  • Monica Cisnic

     Legal ter vc em meu espaço, ameiiii, Bem vindo ao meu myspace

    yesterday
  • Fernando Feitosa

     zeca e tudo de bom

    14 days ago
  • Hugo Oliveira

     no meu domingo. é zeca pagode, cerveja suando, carne queimando, rapasiada maneira e deixo a vida me levar.

    21 days ago
  • Irapuan

    Fala Zeca,  quero te apresentar o CD "Paixão verdadeira" em myspace.com/paixaoverdadeira     Espero que goste, grande abraço, Irapuan Strausz

    1 month ago
  • Ludimila raquel Domingo…

    valeu  ZECA vc é o cara  adoro vc  bjus 

    3 months ago
  • WELINGTON MAESTRO

      Olá Zeca (Mestre)! Gostou do meu CD Roda de Samba, que lhe foi entregue pelo Dr. Gilmar do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro? Conto com a força do mestre, ajude um ex-integrante (Bombeiro) da Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros do RJ. Aguardo resposta Mestre.. (21) 9112-6732  www.maestrow.com

    4 months ago
  • Nêgo

     o zéca     como faço  para te mandar umas musicas    de  minha  autoria    afro    conto com sua  força  eu sei  q vc  tem  um corçao  muito  bom  e umilde  pelo menos  me ouver    minhas  musicas    salve ogum   meu pai  e seu zé pilintra  

    4 months ago
  • Cleverson Souza

    po meu achei q era lorota valeu parcero...q Deus te ilumine e te abençoe...na sua bodas de prata quiz alimentos pra doar...isto e o natal doar sabia que tinhamos algo em comum ...hoje estou on line amanhã não sei nem onde estarei,q Deus continue te abençoando e iluminado,pra vc não sei nem o q dizer depois de suas bodas...a se o mundoseguisse Jesus como vc...manaste a vc e a sua familia ...dia 10 foi o aniversario de minha filha de dezoito anos e não pude dar nada ...nem no de quize...fico pensando q pai sou...falei demais feliz ano novo e q Deus continue te abençoando e te iluminando são meus votos pra vc e sua familia valeu zeca...manaste

    5 months ago
  • Paulo Ferrer

     Excelente...

    5 months ago
  • DouradoLopes

    Tudo bem ! gostaria de te apresentar meus sons e talvez se nao seja muito oportunista fazer algum contato contigo! blz? ouve meus sons .sao ironicos!

    6 months ago
10 of 349More

Vida da Minha Vida

Zeca Pagodinho – Vida da Minha Vida "É isso aí! Ê Irajá! Meu samba é a única coisa que eu posso te dar!" – Nei Lopes. E não é pouco, não! Mais uma vez, Zeca Pagodinho nos traz o que ele tem de melhor em seu canto, no samba, síntese da alma brasileira neste fantástico ponto da geografia do Atlântico Sul, São Sebastião do Rio de Janeiro. Ele, sim, é o "Cara". Nascido Jessé Gomes da Silva Filho no Irajá, criado e batizado Zeca Pagodinho, em Del Castilho, por fazer parte da Ala Pagodinho dos Boêmios de Irajá, ele fez seu canto espalhar em todas as direções visíveis do alto do Redentor, expressando cada vez com mais propriedade, o que é a dor e a beleza da vida de nossa gente. "Vida da minha Vida", um primor melódico de mestre Sereno e do poeta sambista Moacyr Luz, dá nome ao novo CD e já nos arrebata no primeiro verso. A lua que encandeou nos encandeia logo. Encandear é deslumbrar, estontear com tamanho brilho que a vista se nos turva e nos confunde. Difícil pensar nos caminhos a seguir diante de tanta vida posta em canção. Só mesmo ela, vida, pode responder: "se for pra ser vivida, diga pra onde vou!". Em várias faixas inéditas, Zeca consegue se superar como intérprete e, madura, a voz se mostra mais aveludada, como em "Hoje eu sei que te amo", do bom baiano Nelson Rufino, quase 50 anos de samba, que um dia lhe deu "Verdade" para gravar. E "Poxa", como foi bacana ouvir de novo esse sucesso dos anos 70, de Gilson de Souza, paulista de Marília, autor de outro grande sucesso, "Orgulho de um sambista", e que agora se dedica à revitalização de botecos como espaço para sambas na noite paulistana. Detalhe curioso: "Poxa" já teve mais de 50 gravações e até Elton John arriscou cantá-la em ritmo de bossa nova num de seus DVD's. "Quem passa vai parar", bom samba sincopado, traz para Zeca a companhia de Alcione, a maranhense mais carioca do pedaço, patrimônio do Rio de Janeiro e do Brasil. Os autores: Efson (de quem Zeca gravou "Hoje é dia de festa" e "Cabocla Jurema") que se revelou no Cacique de Ramos; Marquinhos PQD (coautor de "Deixa Clarear" e "Luz do Repente", entre outras) e Carlito Cavalcanti (também do Cacique e parceiro consagrado de Jovelina Pérola Negra). Você para, ouve e quase pode ver o samba rolando numa mesa de bar, regado a muitas cervas. É um típico retrato de uma tarde qualquer num bar de subúrbio carioca, nascedouro de sambas memoráveis. Como já é de seu feitio, Zeca não desperdiça chances e a cada show, a cada disco novo, junta e festeja os amigos e parceiros de ontem e de sempre. Assim marcam presença o grande Almir Guineto (a quem Zeca chama de professor, mais do que o parceiro de tantas viagens em tempo bom e em tempo de "lama nas ruas"), Adalto Magalha (parceiro de Almir em meia centena de sambas inesquecíveis) e Fred Camacho (que é o homem do banjo no Toque de Prima e também parceiro do Almir) - deles Zeca já gravou "Pra ninguém mais chorar". Agora eles compuseram "Pela Casa Inteira", dor de cotovelo que só se encara com coragem e samba desse tipo. "Desacerto", dos mineiros Toninho Geraes (que já fez, com Rufino, "Uma Prova de Amor") e Fabinho do Terreiro (uma das melhores expressões do samba de roda de Minas) e Randley Carioca, conta o fim de um amor: "eu naveguei nessa paixão e hoje sei foi ilusão, tô indo embora e dessa vez é pra valer". Depois de juntar no Rio a Bahia, o Maranhão e Minas Gerais, Zeca Pagodinho traz para seu novo CD o Ceará: o samba é de Raimundo Fagner e Brandão: "Um Real de Amor", para matar a fome e multiplicar o pão, já foi gravada pelo outro Zeca, o Baleiro, com quem o xará Pagodinho teve aquele "Approach", samba que debocha desse jeito colonizado de alguns brasileiros que tanto deu o que falar (e cantar). E ela, a Senhora da Canção, Dona Ivone Lara, em parceria com Délcio Carvalho, se faz presente na singela e bonita história do "Candeeiro da Vovó" , que traz participação da Velha Guarda do Império e até da amiga Regina Casé. Oportuna a homenagem de Zeca a Dona Ivone, monumento do samba brasileiro. Já "Orgulho do vovô" é a celebração da vida no barraco em festa! E é uma sincera prece à Senhora de Aparecida para ser bom avô e para que o neto seja herdeiro do amor pelo samba. A canção é do próprio Zeca em parceria com o compadre Arlindinho (Cruz), os dois autores já de tantos sucessos como "Bagaço da laranja", "Camarão que dorme a onda leva", nascidos no fundo de um quintal, onde foram descobertos pela madrinha Beth Carvalho à sombra da majestosa e já histórica Tamarineira. "Orgulho do Vovô" termina com o quase silêncio de canção de ninar, podendo se ouvir os primeiros acordes da Berceuse de Brahms (eu disse Brahms, o alemão Johannes, da música clássica! Nada a ver com a bebida adorada pelo Zeca!). No estilo de "O Penetra", surge "O Puxa-Saco" (de Alamir, Roberto Lopes e Levy Viana). Aproveito para contar a quem não sabe que esse trio fez um samba maravilhoso para a Seleção Brasileira. Durante a Copa, o videoclipe do samba rolou legal no Alzirão da Tijuca e em vários telões da Riotur, embora a bola não tenha rolado como gostaríamos lá na África do Sul. De qualquer maneira, você pode conferir no Youtube. Do Alamir e do Roberto Lopes (com Canário), Zeca já gravou "Ratatúia". Agora, com o "O Puxa-Saco", você vai identificar muitos conhecidos que têm o perfil desse samba. Ah, que vai, vai! E o coração azul e branco do Zeca Pagodinho se derrete na beleza de "Dolores e suas Desilusões", do Mestre Monarco e do filho bamba Mauro Diniz. "Dolores" com suas rimas em "ores", já surge como mais um clássico do samba que nasce nas bandas de Osvaldo Cruz e Madureira. Só ouvindo! É linda! Ah, e vem com um presente extra: canta com Zeca a sua querida Velha Guarda da Portela. Para quem acha que as homenagens param por aí, mais uma bela surpresa: o samba que um dia agonizou, mas que não morre e que renasce a cada dia em Mangueira nos traz Nelson Sargento, cantando com Zeca mais um samba de sua autoria a exaltar o "Encanto da Paisagem" em verde e rosa, sem se esquecer da crítica social nesses tempos tão sofridos pela gente do morro da Estação Primeira. Batizado por Zeca como Trio Calafrio - Luiz Grande, Barbeirinho do Jacarezinho - e Marcos Diniz trazem "O Som do Samba", com lua cheia e tudo até amanhecer com a "Estrada do Sol", do Tom e da Dolores Duran, numa levada que não deixa a gente dormir. Sabe lá o que é seu moço um samba de roda de Beto Sem Braço e Serginho Meriti, cantando a dor de um malandro ao ver seu amor ir embora? A dupla de compositores parceiros do Zeca já lhe deu "Quando eu contar, Iaiá", sucesso para qualquer antologia. Agora comparece com "Chama da Saudade". E nos faz lembrar com saudade de Laudemir Casemiro, o Beto sem Braço, o grande sambista que nos deixou tão cedo. E já se vão 17 anos. Completando o CD, Zeca manda um "papo de amigo" para a esperteza abusada de "O Garanhão". "Malandro demais, jogam na vala", diz. É mais um samba de respeito do graduado Zé Roberto, autor do "O Penetra", de "A Sogra" e do "Vacilão", imortalizados pelo Zeca. A produção do CD é do Maestro Rildo Hora, o pernambucano mais querido do samba carioca, que escolheu com o Zeca cada uma das faixas desse novo trabalho porque conhece a fundo a alma do sambista. É difícil, quase impossível, imaginar Zeca Pagodinho em show, CD ou DVD sem o velho e querido parceiro. E parceiros músicos são inúmeros, todos de alta qualidade. Paulão Sete Cordas, gente do Cacique, do Fundo de Quintal, Bira Presidente, Ubirany, Carlinhos 7 cordas, Esguleba, Mauro Diniz, e, ainda, a sofisticação quase erudita de Henrique Cazes e o luxo de ter em várias faixas o cello de Jaques Morelenbaum. Querido Zeca, que os santos te dêem força para seguir cantando. Se o samba, como disse o Nei Lopes, for a única coisa que você pode nos dar, ficamos felizes e agradecidos. Zeca Brasileiro Pagodinho, você se firma como uma das mais legítimas e belas traduções do que vai na alma do povo brasileiro. Siga cantando sob a marcação do surdo do coração da gente. É o suficiente. Ou mais que isso, é necessário. Sempre. Chico Pinheiro, repórter Sampa, setembro de 2010.

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